18.11.08

humor!

sabes porquê que a batata não foi ao médico?!
porque não se conseguia descascar!

eu sopeira me confesso!

www.parahojetemos.blogspot.com

21 meses (por aí)

(assim como quem escreve um registo, muito ao estilo babyblog porque eu às vezes sinto-me em falta)

Primeiro “bolacha” e “água” eram quase a mesma coisa e agora não. Agora há tantas palavras novas a saltarem-lhe da boca. Derreto-me a ouvi-lo dizer “xau pó-pó” quando ao fim do dia voltamos para casa. Quando me vê chegar à escola corre primeiro para as educadoras a despacha-las com um beijo e depois, sim, é só meu e as mãos seguem direitas para os meus cabelos. O que ele adora mexer nos meus cabelos! Descobriu o Noddy. O que ele gosta do Noddy é um livro de janelas e fica horas a fazer “tuz-tuz” e a abrir e fechar janelas. Não vê filmes do Noddy, despreza o boneco que anda por lá nos cestos dos brinquedos. Gosta apenas do livro e de fazer “tuz-tuz” nas janelas! É um guerreiro e fala alto, aliás, grita muito. Não larga enquanto não lhe respondemos e, coitado, às vezes demoramos a responder-lhe. Come sozinho e bebe sozinho. Usa garfo e adora rabiscar. É aventureiro e tem sorriso de menino alegre!

mãe, mãe, mãe

no banco de plástico, verde, sobe com a destreza dos meninos pequeninos que chegam a todo o lado. Fico a ver no que aquilo vai dar. Primeiro de barriga sobre o banco, puxa o corpo para cima e senta-se. Olha-me e ri-se. Sorrio-lhe pela conquista. Depois percebo que não terminou. Abana-se para trás e para a frente. Mais e mais, com força. Cuidado! Lanço-lhe o meu alerta. Abana-se, abana-se, abana-se. O segundo cuidado já o apanha de rabo no chão. Ri-se, objectivo alcançado. Põem o banco direito e volta ao inicio.

o que tem de ser tem sempre força

Vou levar este caderno e esta caneta porque eu hoje vou aprender a ler e a escrever.

O nosso filho de quatro anos e meio anda sedento de letras e números e desenhos.

Eu agora levo sempre uma mochila que é também vou para a primária.

Desde que descobriu a “etapa” que se segue que pensa nela e imagina-se nela. São os meninos da primária que lhe fazem as delicias. Os “crescidos” do ATL são um novo objectivo. Ainda falta mais uma ano!

Como é que se chama esta rua?

O nosso filho de quatro anos e meio quer saber tudo. Quer saber o que se passa à sua volta. Por onde anda e para onde vai. Pergunta. Reflecte. Corrige. E quando eu lhe peço para parar de crescer um bocadinho porque há tempo e não precisa de correr tanto ele diz, calmamente: ó mãe, desculpa, mas tem de ser!

10.11.08

eles

Passa das 22h quando volto a casa depois da ginástica. A casa em silêncio. Dormem. “Sais à segunda, não é mãe?!” À segunda ele vê futebol e adormece na cama com o pai. É um momento. O deles. Quando lhe sinto o peso do corpo penso sempre como é enganador. A imagem do magricela desaparece e pesa-me nos braços. Já o irmão não. Esse é mesmo pequeno. Tosse e esperneia. Está quente e nunca gosta de se sentir quente. Tiro-lhe a coberta. Pego-o e é o meu bebé. Bendito percentil 25!

ó mãe podes fazer queques de cenoura?!

Photobucket

5.11.08

um passeio na floresta

Photobucket

Mãe! Mãe!

Olho distraída no meio da confusão de um jantar em casa mas de outros. Está em pé no sofá. Senta-te! Quando me ponho de pé para repor a ordem (!) senta-se ele mais rápido e ri à gargalhada.

Faz isto muitas vezes e sob várias formas. É desafiador e rasteira-nos sempre que abre o sorriso e se desmancha a gargalhada. Não há palmada que o atinja, não há grito que o assuste. Não sei se é destemido mas é sem dúvida um aventureiro.

Blog Archive

About Me

Márcia Carvalho
marcia.c@sapo.pt
Ver o meu perfil completo